BR 158 E 392 Em Cruz Alta, Poderão Ganhar Pedágio No Governo Temer

17 de maio de 2016

Tags:Cruz Alta
Foto: Germano Rorato

A proposta do governo Temer de apostar em parcerias com a iniciativa privada deve ser levada adiante logo e já prevê aumento da oferta de concessões no Rio Grande do Sul.
A equipe do presidente interino estuda incluir rodovias estaduais e a segunda ponte do Guaíba no pacote de estradas federais.

Novo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS) já iniciou as tratativas com os ministérios dos Transportes e Planejamento. O tema também passará pelo recém-criado conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), coordenado por Moreira Franco, que tem a missão de destravar concessões.

O governador José Ivo Sartori apoia a oferta de novos lotes, que ficou no forno do governo Dilma. Ainda na gestão Dilma, a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) fechou a carteira com sugestões de novas rodovias para concessões.




O pacote reserva três blocos no Rio Grande, que somam 1,1 mil quilômetros e cerca de R$ 16 bilhões em investimentos, com pedágios inferior a R$ 10 para cada 100 quilômetros. Os dados serão avaliados pela equipe de Temer.

– São todos projetos com viabilidade, concebidos para aprimorar o escoamento da produção, a integração regional e a de modais – diz João Victor Domingues, diretor de Planejamento da EPL, que deve deixar o cargo.
Dos três novos blocos previstos aqui para o Estado, um deve ser aqui na região, incluindo o corredor de exportação das BRs 158 e 392, de Cruz Alta até Santana da Boa Vista, passando por Santa Maria, e também a RSC-287, de Santa Maria a Tabaí, que estava no plano de concessões de Sartori.

Outros dois trechos partem da divisão com Santa Catarina: um passa por Caxias até a Região Metropolitana (BRs 116 e 448 e ERS-122) e o último inclui a BR-470 e passa por Nova Prata e chega até a BR-290.

Cruz Alta e região

BR-158 + BR-392 + RSC-287
– De Cruz Alta a Santana da Boa Vista (158-392) e de Santa Maria a Tabaí (287) – Extensão: 500 km
– Prazo de concessão: 30 anos
– Investimento estimado: R$ 6,7 bi

Fonte:RS

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