PRF APREENDE CONTRABANDO DE 4 MILHÕES DE CARTEIRAS DE CIGARROS

17 de junho de 2015

Caminhoneiro furou bloqueio, atravessou divisa com Uruguai e invadiu comércio em Rivera

Caminhoneiro furou bloqueio, atravessou fronteira e invadiu comércio em cidade uruguaia | Foto: Daniel Badra / Especial / CP

Caminhoneiro furou bloqueio, atravessou fronteira e invadiu comércio em cidade uruguaia | Foto: Daniel Badra / Especial / CP

Uma carreta carregada com cerca de 4 milhões de cigarros, avaliada em cerca de R$ 800 mil, foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) depois de uma perseguição em Santana do Livramento, na região da Fronteira Oeste. O motorista foi pego ao tentar fugir para o território uruguaio. Segundo a PRF, houve uma denúncia de que um veículo com carga contrabandeada passaria pelo posto localizado na BR 158.


Ao localizar o caminhão, a polícia tentou abordar o veículo, mas o motorista ignorou o pedido dos policiais e seguiu em frente, dando início a uma perseguição. Ao passar pela fronteira com o Uruguai, a PRF pediu reforços junto à polícia uruguaia. 


Segundo relatos do inspetor-chefe da PRF, Cristiano Vasconcellos, o suspeito dirigia perigosamente na tentativa de fugir das autoridades. “Ele ignorou uma lombada, passou no sinal vermelho e fez uma curva em alta velocidade. Além disso, quase atropelou dois policiais uruguaios que tentavam parar o caminhão em motocicletas”, contou. 


De acordo com a polícia, o motorista parou o caminhão já na cidade de Rivera, no Uruguai, e tentou fugir a pé. O suspeito foi pego dentro de um estabelecimento comercial e só foi algemado depois de entrar em luta corporal com agentes da PRF. O homem, de 33 anos, foi preso em flagrante, conduzido até a Polícia Federal e será encaminhado ao Presídio Estadual de Santana do Livramento.


Segundo Vasconcellos, a carga veio do Paraguai e tinha como destino o Uruguai. “Eles passam pelo Brasil porque atravessar a Argentina é muito arriscado. Se forem pegos lá, a pena é muito maior. Não conseguem sair da cadeia”, explicou o inspetor.


FONTE: CORREIO DO POVO

     

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