PT amadurece decisão de mudar nome e sigla

7 de outubro de 2016

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Após o fracasso eleitoral do dia 2, ganhou força no PT (Partido dos Trabalhadores) a proposta de mudança de nome e de sigla, para evitar a debandada de militantes do partido devastado pela corrupção, segundo o colunista político do Metro Jornal Claúdio Humberto.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dirigentes petistas se assustaram com o resultado das urnas, mostrando que o PT encolheu 63%, e agora avaliam a necessidade de “mudar para sobreviver”, antes que a eleição de 2018 decrete a extinção do partido.
O temor no PT é de que sua extinção venha a ser precipitada com uma possível prisão de Lula. Sem ele, o PT acabaria, avaliam dirigentes.
Estimativas internas indicam que em 2018 o PT somente deve eleger 30 deputados federais, se tanto. Hoje são 58, mas elegeu 70 em 2014.
Um obstáculo para o partido mudar de nome é a autoria da proposta: o ex-ministro Tarso Genro é de facção contrária à de Lula.
Até rivais já mudaram de nome

Em 1998, o PFL (Partido da Frente Liberal) tinha a maior bancada na Câmara: 105 deputados eleitos. Em 2007, o PFL virou DEM (Democratas). Em 2014, elegeu 28 deputados. (Band News)

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